4 de setembro de 2010

Só o teclado permite dizer

Que insignificante mente não entende a si mesma?!
Ora, que triste és tu doce criança que não sabe o que diz, quando diz.
Que vida tens tu que nada parece bom por muito tempo. De nada vale viver com a arrogante presença de dor. Não sei, e não sei se quero saber, de fato seria importante conhecer?!
Um destino a cumprir algum sentido a todas as coisas, atribuídos a morte lenta que não traz as lembranças da tua vida criança, porque em seus olhos passam as imagens de uma morte lenta. E dolorida.
Que se dá ao direito de te fazer rir para que aguentes até o fim.