Aniversário.
É sobre celebrar a vida, a vida que dividimos em anos, uma medida de tempo. Mas será que não deveríamos comemorar somente décadas?! Ou quem sabe comemorar trimestres?!
Um ano parece tão pouco tempo e também o contrário porque passa tão rápido.
Não sei bem o porquê de estar questionando a forma que comemoramos, sendo que fosse como fosse iria sempre ser algo extraordinário para mim.
Hoje faz 52 anos desde que na casa do Antônio e Lina nascia a filha caçula, Francisca Marlene, ou apenas Marlene como ela prefere.
Desde que eu participo desses 22 de fevereiro eu sempre tento demonstrar que estou feliz porque essa mulher é minha mãe, e mesmo sendo natural amar a mãe, eu sinto que amaria ela mesmo que fosse uma amiga, talvez porque eu relaciono amor a admiração ou simplesmente porque é fácil amar quem nos ama...
Mas uma coisa é certa, hoje é dia de respirar fundo e rogar para que essa data continue sendo comemorada por décadas e mais décadas, e que também eu lembre mais a cada semestre ou a cada dia, melhor a cada 15 minutos: minha mãe, a Marlene, mulher, costureira, esposa, amiga... É incrível!
E é por isso que ela está de parabéns, hoje e todos os dias.
Ser simples nem sempre é ser incrível. Não é um diário e não é ficção, a graça está em descobrir o que é baseado em fatos reais ou não.
22 de fevereiro de 2018
Parabéns?
19 de fevereiro de 2018
Deixar ir, é ou não perder?
18 de fevereiro de 2018
B
Você nem permitiu, nem deu tempo ao tempo, pra saber o que seria ou o que poderia ser. E talvez se ele te atender não dê em nada, talvez vocês saiam de novo, talvez fiquem juntos um tempo, capaz até de se apaixonem, casem, tenham dois filhos e um cachorro (acho que você teria um gato também).
Mas agora você só tem que seguir o coração, o impulso, a vontade do momento.
Faça isso, tem meu apoio!
Mas amanhã, segunda ou semana que vem, quando as emoções se acalmarem... Não pensa tanto nele, pensa um pouquinho em você, em como você tem reagido as situações da sua vida. Hoje você sofre mais se fechando, se protegendo de um talvez que da vida em si. Deixa a vida bater na sua cara, de novo e de novo, não se permitir, não se entregar e sofrer pelo medo é sem sombra de dúvidas inútil. É até ilógico. Não engessa o braço antes de quebrar, nao tem vacina pra isso, mesmo sem se abrir pro mundo você está sofrendo, com seus pontos de interrogação que não serão respondidos.
Não espera ficar bêbada pra se entregar, não espera ele provar que é príncipe, não seja Shrek com estranhos enquanto aí no seu cantinho está sendo a princesa que é.
Mostra pra eles. Deixa os dragões virem, você é princesa-guerreira, acabará com eles... Capaz até que seu príncipe é que está numa torre preso esperando que você o salve.
Mas não se engane, na hora da valsa você vai estar num vestido rodado, com cara de boba e com um sorriso lindo.
12 de fevereiro de 2018
Ela é maluca
Estão dizendo por aí que ela está livre, leve e solta... E está mesmo!
Livre de nó na garganta porque não deixa de falar o que sente, leve porque tem se permitido sentir o que quer que dê vontade e solta porque não se prende mais a opinião alheia, aliás acho até que de tanto ir em festa ela perdeu um pouco de audição, não tem dado ouvidos a sermões.
É que ela tem o lema de viver, de ir além do respirar, do abrir e fechar dos olhos, do um passo de cada vez, pra ela viver é mais, viver é sentir a gota de chuva tocar a pele, é ouvir cada palavra de uma música, é dançar qualquer som que tenha ritmo mesmo sem saber dançar dois pra lá dois pra cá...
A vida é essa festa que ela escolheu dançar até o final, até quando desligarem o som, se deixar ainda fica dançando sem música... Assim vão dizer que ela é meio maluca e quer saber se tentar ao máximo ser feliz for maluquice, ela abraça esse título com maior prazer, pode por na bio do Instagram dela.
1 de fevereiro de 2018
Escondido
Sabe aquela despedida que deixei ele postar ontem? Foi porque eu tava muito aflito! Sofrendo mesmo... Só de pensar na possibilidade de te fazer sofrer.